Por serem geralmente muito consciente do meio ambiente, as crianças dislexicas tendem a ser curiosas. A curiosidade, mais do que qualquer outra coisa, pode fazer com que elas mudem o foco de sua atenção. Se elas julgarem o objeto de sua curiosidade interessante, vão prestar mais atenção nele do que em outras coisas no ambiente. Elas automaticamente colocam a maior parte de sua atenção naquilo que para elas é o mais interessante.
Se uma criança disléxica, sentada numa sala de aula ouvir um barulho lá fora, ou se algo passar ao longo da janela ou se um estudante na fileira próxima á dela deixar cair alguma coisa, instentaneamente sua atenção irá se voltar para o motivo da distração. Os outros estudantes e possivelmente o professor nem perceberam que algo havia acontecido. Mas o estudante disléxico reagiu naturalmente porque reparou naquilo e ficou curioso quanto ao que poderia
ser.
O tédio também tem um papel importante, porque frequentemente acomtece com alguém cuja mente está trabalhando entre quatrocentos e duas mil vezes mas rápido do que a mente das pessoas á sua volta. Uma criança dislexica entediada fará uma dentre duas coisas:ou ela irá desorientar para dentro de sua própria imaginação criativa (devaneio) ou ela irá mudar sua atenção para algo que é interessante (distração/desatenção).
O especto impulsivo do TDA prevalece quando o estudante está confuso ou inseguro com relação ao que fazer. Quanto ao mais, esta é geralmente apenas uma forma de superar o tédio angustiante.
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